O prefeito de Macapá, Antonio Paulo de Oliveira Furlan, conhecido como
Na última quarta-feira (4), o
O pedido de renúncia foi formalizado pelo agora ex-prefeito em ofício enviado à Câmara Municipal de Macapá. No documento, Dr. Furlan afirma que a saída da prefeitura tem relação com a vontade de viabilizar a candidatura ao
Prefeitos, vice-prefeitos, governadores, vice-governadores, ministros e outras autoridades que pretendem disputar as eleições precisam cumprir a regra que exige afastamento dos cargos seis meses antes do pleito — na prática, o prazo final é 4 de abril.
Furlan foi reeleito em 2024 com mais de 85% dos votos válidos para a prefeitura. Depois que ele e o vice-prefeito foram afastados por determinação do Supremo, o presidente da Câmara, Pedro da Lua (União Brasil-AP), assumiu o Executivo.
Além de afastar prefeito e vice-prefeito, Dino também autorizou buscas e apreensões nos endereços indicados pela PF e determinou a quebra do sigilo bancário e fiscal de Furlan, da primeira-dama, de sua ex-mulher e de outros dez investigados, incluindo empresários e funcionários públicos.
A secretária de Saúde, Erica Aranha de Sousa Aymoré, e Walmiglisson Ribeiro da Silva, integrante da Comissão Especial de Licitação do município, também foram afastados.