Integrantes da cúpula nacional do Partido Novo querem que o PSD se retrate após a fala do presidente estadual da legenda, Cássio Soares, que disse, na última terça-feira (3), que o vice de Mateus Simões (PSD) poderia ser de outra sigla que não o Novo. No entanto, o acordo feito quando Simões mudou de sigla previa que o segundo nome da chapa fosse um novista.
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Segundo apurou a coluna, a cobrança vai escalar para um nível nacional, já que Gilberto Kassab, presidente nacional do PSD, estava na mesa quando o acordo foi feito e, segundo uma das fontes da Itatiaia, “não pega bem para o Kassab ter seus presidentes estaduais desmerecendo acordos políticos”. O assunto já está sendo tratado em São Paulo.
Simões sem apoio de Zema?
Novistas consideram retirar o apoio do governador Romeu Zema (Novo) ao vice Mateus Simões. Na leitura do Novo nacional, Zema não ficaria sem palanque, “porque ele próprio é o palanque, e é o candidato a governador que precisa do Zema, não o contrário”, afirmou um dos correligionários ouvidos pela coluna.
Simões disse à coluna que a decisão sobre o vice em Minas está nas mãos de Zema.
Candidatura nacional mantida
Fontes do diretório nacional afirmam que o mineiro não vai desistir de disputar a Presidência, que há espaço para crescer e que não será vice de Flávio Bolsonaro (PL). Uma possível união ficaria para o segundo turno.