O vice-governador de Minas Gerais, Mateus Simões (PSD), minimizou a crise que atingiu o diretório nacional do Novo após declaração do presidente estadual do PSD, Cássio Soares, que disse, em conversa com jornalistas na última terça-feira (3), que o vice de Simões pode não ser indicação do Novo.
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Na cúpula novista, o assunto tem sido tratado como “traição” e, em última instância, o partido quer discutir o caso com Gilberto Kassab, presidente nacional do PSD. O Novo cobra o cumprimento do acordo de indicar o vice e espera uma retratação do PSD por colocar em dúvida o combinado.
Procurado pela coluna e questionado sobre se havia movimentação do PSD para contornar a crise, Simões respondeu: “Contornar o quê, gente? Zema é que define. Bola para frente! Todo mundo junto e animado”, afirmou.
O vice-governador não descartou a possibilidade de um vice fora do Novo. No entanto, se isso acontecer, segundo ele, será uma decisão de Zema. “A indicação é do governador; se será do partido ou não, é decisão dele, no tempo dele.”