O presidente
O evento marcou o início da vacinação contra a dengue para profissionais de saúde da Atenção Primária e a assinatura de ordens de serviço para a construção de duas novas fábricas do Instituto e a modernização de outras duas, no valor de R$ 1,4 bilhão.
Durante seu discurso, Lula afirmou que o poder público deve ser valorizado pelos investimentos realizados no setor de pesquisa do país e que o Brasil deve se sentir orgulhoso por feitos como os alcançados pelo Butantan. Ele aproveitou a deixa para questionar o que classifica como esforços de Trump para minar o multilateralismo e a soberania de países mais pobres e afirmou que não pretende brigar com o americano.
“Nós queremos mostrar que o mundo não pode prescindir do multilateralismo. Nós precisamos provar no debate político que foi o multilateralismo depois da II Guerra Mundial que criou uma harmonia entre os Estados e permitiu que vivêssemos em paz ao menos em uma parte do mundo. O unilateralismo imposto pela teoria de que o mais forte pode tudo contra o mais fraco a nós não interessa. Eu não quero ter supremacia sobre o Uruguai ou a Bolívia, mas também não quero ser menor que os Estados Unidos ou a China. Não estamos escolhendo entre China ou Estados Unidos, estamos escolhendo o que é melhor para nosso país”, afirmou o presidente.
As falas se dão em meio ao movimento de reaproximação entre Lula e Trump após as rusgas do ano passado provocadas pela sobretaxa
A recente investida dos Estados Unidos na Venezuela e o anúncio das pretensões de anexação da Groenlândia e o bloqueio econômico ao Irã foram alvos de críticas públicas de Lula sobre Trump. A relação direta entre os dois, no entanto, segue em clima mais amistoso, com a dupla conversando por telefone em janeiro e