Um projeto de lei (PL) para o ensino do mandarim e a difusão da cultura chinesa em escolas, centros culturais e bibliotecas e demais espaços públicos de ensino de Belo Horizonte foi protocolado na
O texto foi apresentado pelo
Como forma de viabilizar o programa, o parlamentar argumenta que a Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) pode celebrar acordos de cooperação técnica e cultural com universidades e instituições de pesquisa. Rousseff ainda destaca que BH já tem um histórico de aproximação com a China como a recente aprovação do Dia Municipal de Comemoração Sociocultural Ibrachina — proveniente de outro texto de autoria do vereador petista.
Na justificativa para o texto, Rousseff apresenta também uma argumentação econômica baseada no fato de que a China é a principal parceira comercial do Brasil e de Minas Gerais.
“Em 2025, de acordo com o relatório Panorama do Comércio Exterior de Minas Gerais, a China consolidou se como o maior parceiro comercial mineiro, responsável por 35% de todas as exportações estaduais, o equivalente a US$ 15,9 bilhões – um crescimento de 3,7% em relação ao ano anterior. Esse protagonismo econômico se conecta diretamente com Belo Horizonte e sua região metropolitana, que responderam, no mesmo período, por 38,3% das exportações mineiras, totalizando US$ 15,8 bilhões”, diz trecho do projeto.
Aproximação entre a PBH e a China
Em setembro do ano passado, a Prefeitura de Belo Horizonte
No mês seguinte, acompanhado de Cheng, o prefeito Álvaro Damião (União Brasil) fez uma
As verbas foram conseguidas junto ao Banco de Desenvolvimento dos Brics, sediado em Xangai e