O ex-deputado federal
“Nós preferíamos as lágrimas da derrota do que a vergonha de não ter lutado. Nós estamos entregando um futuro melhor para os nossos filhos, e eu não estou falando de resultado. Eu estou falando da importância de, nesta caminhada, estarmos lado a lado com pessoas que são movidas pelo mesmo princípio que nós”, disse.
Eduardo, que está nos Estados Unidos, não esteve presente na manifestação contra os ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e contra o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que aconteceu neste domingo. No entanto, ele defendeu a candidatura do irmão, Flávio, e pediu anistia pelo pai, Jair Bolsonaro.
“Isso daí não é sobre partido político, isso daí não é sobre eleição. A eleição é só a ferramenta, o caminho talvez mais rápido para a gente realmente levar a justiça, que vai ser traduzida em anistia, se Deus quiser, com a eleição do Flávio Bolsonaro presidente e com uma bancada de senadores e deputados federais”, destacou.
Flávio faz promessa
Durante a manifestação em São Paulo, o senador Flávio Bolsonaro (PL) prometeu ao seu pai, o ex-presidente Jair Messias Bolsonaro (PL), preso por tentativa de golpe de estado desde 22 de novembro de 2025, que ele subirá a rampa do Planalto em janeiro de 2027, “junto com o povo brasileiro”, caso seja eleito.
Na ocasião, em trio elétrico ao lado de políticos como o deputado federal por Minas Gerais Nikolas Ferreira (PL) e o governador do Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), Flávio defendeu o projeto da dosimetria, que deve ser vetado pelo presidente Lula (PT). Ele fez críticas ao governante, ao Supremo Tribunal Federal (STF) e o ministro Fernando Haddad (PT), a quem chamou de ‘Taxad’.
“Censuraram nossas redes sociais, mandaram a Polícia Federal pra casa de pessoas inocentes, colocaram tornozeleiras eletrônicas em pessoas inocentes e trabalhadoras, prenderam pessoas que nunca cometeram crimes”, declarou Flávio no início do discurso, em referência aos atentados do dia 8 de janeiro de 2023.