O uso da iluminação de LED, em consonância com as
Em Minas Gerais, Belo Horizonte é uma das cidades que adotaram o modelo de parceria privada na iluminação pública. Na capital, praticamente todos os pontos de luz foram substituídos por LED. Segundo o superintendente da Superintendência de Obras da Capital, Leonardo José Gomes Neto, a iniciativa gera economia significativa.
“A iluminação de Belo Horizonte tem mais de 180 mil luminárias; mais de 99% delas foram trocadas por LED. Isso trouxe um ganho, principalmente, de eficiência energética, com redução superior a 50 milhões no consumo. Isso mostra o sucesso na implantação da PPP”, afirma.
Leonardo José Gomes Neto, superintendente da Superintendência de Desenvolvimento da Capital (Sudecap)
Marcelo Menegatto, presidente da BHIP, concessionária responsável pela iluminação da capital, destaca que o LED contribui para ampliar a sensação de segurança.
“O LED possibilita uma experiência nova para a população. Isso reflete na sensação de segurança: um local bem iluminado permite que as pessoas circulem à noite pelas vias e avenidas sem surpresas durante o trajeto”, conta.
Marcelo Menegatto, presidente da BHIP
Laila Monteiro, de 37 anos, relata que se sente mais segura ao transitar à noite após a ampliação da iluminação. “Agora fico mais tranquila para circular em qualquer local, principalmente na beira da Via Expressa ou em áreas como o metrô. A iluminação faz uma diferença considerável na segurança”, detalha.
O especialista em segurança pública e professor Luis Flávio Sapori ressalta que a iluminação não resolve todos os problemas, mas ajuda a coibir ações criminosas.
“Obviamente, isso não vai acabar com homicídios ou outros crimes, mas, à medida que você tem ruas bem iluminadas, praças públicas e espaços das periferias urbanas próximos, por exemplo, a terrenos baldios, esses locais, com boa iluminação, são fundamentais para diminuir a oportunidade do crime”, explica.
Luis Flávio Sapori, especialista em segurança pública e professor
Iluminação na Região Metropolitana
Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, também conta com
“Hoje temos uma concessionária com sistema de telegestão. Quando o sistema aponta que uma lâmpada queimou, começa a contar o prazo para a troca; se não cumprir, isso afeta o faturamento. Isso fez com que reduzíssemos o prazo médio de substituição de lâmpadas na cidade de 14 ou 15 dias para um dia”, explica.
João Marcelo Diegues, prefeito de Nova Lima
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