Como começou o incêndio na COP 30?

Uma das testemunhas conta que a luz acabou e o fogo começou. De acordo com ele, uma técnica já havia alertado sobre o risco

Incêndio fez pessoas pularem a grade para sair da COP 30

O incêndio que atingiu a Zona Azul da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP 30) nesta quinta-feira (20) começou no Pavilhão East África Comunnity, na Comunidade da África Oriental.

Marcelo Rocha, diretor executivo do instituto Ayika, estava ao lado e viu quando o fogo começou. “Eu ia fazer uma mesa no Climate Live, o que pegou fogo foi o East Africa Community. Foi instantâneo nossa luz ficou piscando e depois a fumaça subiu”, explica.

Segundo ele, a organização da área já tinha sido alertada sobre o risco. “Nossa técnica de som inclusive disse que já tinha avisado que isso poderia acontecer, porque a instalação tava ruim”, descreveu.

Marcelo Rocha também relatou a correria que ocorreu quando o incêndio começou, algumas pessoas pularam estruturas como gradios ao verem o fogo e a fumaça.

O incêndio foi controlado. “A organização da COP30 informa que o incêndio ocorrido na região de pavilhões da Blue Zone está controlado e não deixou feridos. As equipes de bombeiros e segurança atuaram prontamente e seguem monitorando o local”, respondeu o governo brasileiro em nota oficial.

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Edilene Lopes é jornalista, repórter e colunista na Itatiaia e analista de política na CNN Brasil. Na rádio, idealizou e conduziu o Podcast “Abrindo o Jogo”, que entrevistou os principais nomes da política brasileira. Está entre os jornalistas que mais fizeram entrevistas exclusivas com presidentes da República nos últimos 10 anos, incluindo repetidas vezes Luiz Inácio Lula da Silva e Jair Messias Bolsonaro. Mestre em ciência política pela UFMG, e diplomada em jornalismo digital pelo Centro Tecnológico de Monterrey (México), está na Itatiaia desde 2006, onde também foi também apresentadora. Como repórter, registra no currículo grandes coberturas nacionais e internacionais, incluindo eventos de política, economia e territórios de guerra. Premiada, em 2016 foi eleita, pelo Troféu Mulher Imprensa, a melhor repórter de rádio do Brasil. Em 2025, venceu o Prêmio Jornalistas Negros +Admirados na categoria Rádio e Texto.

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