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A criação do programa, segundo o autor, foi motivada pelo
O crime foi motivado por uma discursão de trânsito no bairro Vista Alegre, região Oeste de Belo Horizonte. A vítima chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos.
Liliane França, viúva de Laudemir, comemorou a aprovação do projeto. Ela relatou a luta de quem trabalha pela valorização da categoria da limpeza urbana e recordou o contato com o marido e o irmão, que também trabalha no setor.
“Eu tenho 44 anos, eu convivi com o Lau durante 5 anos, mas eu tenho um irmão que já foi gari. E o meu irmão tá lá. E meu irmão fala assim: ‘Liliane, não desista’. Eu sei que os meninos às vezes ficam com medo, porque eles amam fazer o que eles fazem e sofrem a ameaça de serem mandados embora e eles gostam do que eles fazem. A maioria deles tem outras profissões que ganham até mais, mas eles amam aquele trabalho. Como não defender uma uma classe que ama o que faz? O que eu puder fazer para essa categoria, eu vou fazer e eu estou muito feliz com essa aprovação de hoje”, afirmou.
Entre as medidas previstas pelo projeto, está a instalação de cabines de proteção nos caminhões de coleta de lixo para a segurança dos garis durante o deslocamento, além da compra de câmaras e dispositivos com GPS e botão de emergência para acionamento automático da Guarda Civil Municipal.
O texto também estabelece que a prefeitura crie um canal direto para que os trabalhadores possam denunciar ameaças ou agressões.