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Lula cobra agilidade nas ações de preservação e combate ao crime na Amazônia

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) cobrou agilidade no empenho dos recursos do Fundo Amazônia destinados para ações de preservação e combate ao crime organizado na Amazônia

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta segunda-feira (17) que o governo precisa ter agilidade para implementar ações de combate ao crime organizado e à preservação da Amazônia. O discurso foi feito em cerimônia de assinatura do contrato entre Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) que prevê o repasse de R$ 318,5 milhões ao Plano Amazônia: Segurança e Soberania (AMAS).

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Lula reforçou que as forças de segurança precisam receber os recursos para adotar as ações de preservação. “O mandato é só de quatro anos, daqui a pouco, acaba o mandato e não consegue executar o contrato e o dinheiro desaparece. Estou falando isso para pedir agilidade para fazer as coisas acontecerem”, cobrou o presidente.

Lula destacou que o ano de 2024 já está na metade e que as licitações precisam ser feitas o quanto antes para que os governadores possam receber os recursos financeiros e os equipamentos. “Se demorar mais um ano, vamos terminar o mandato sem colocar o plano em prática”, alertou.

O presidente destacou que a burocracia não pode ser argumento para o atraso das ações. “É preciso ser rápido, é preciso passar por cima dois manuais, fazer as coisas acontecer, porque daqui a pouco os governadores irão dizer que o dinheiro não chegou”, afirmou Lula.


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Repórter da Itatiaia desde 2018. Foi correspondente no Rio de Janeiro por dois anos, e está em Brasília, na cobertura dos Três Poderes, desde setembro de 2020. É formado em Jornalismo pela FACHA (Faculdades Integradas Hélio Alonso), com pós-graduação em Comunicação Eleitoral e Marketing Político.
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