O vice-governador de Minas Gerais, Mateus Simões (Novo), afirmou que os
Em coletiva na manhã desta sexta-feira (10), ao lado da secretária de Planejamento e Gestão, Luísa Barreto (Novo), o vice-governador afirmou que os responsáveis pela obra não levaram em conta as medidas de segurança nos elevadores.
Na noite de quinta-feira (9), o Governo de Minas suspendeu, de última hora e em caráter de urgência, o expediente presencial dos servidores estaduais que trabalham nos prédios Minas e Gerais da Cidade Administrativa.
“Infelizmente, nosso serviço de manutenção detectou, no final do ano passado, a existência de uma poeira no lugar que não deveria existir. Contratamos uma perícia e, na detecção de que haveria algum risco, nós suspendemos o uso dos elevadores. Fizemos uma licitação para reparo e a empresa que venceu a licitação se recusou a fazer a obra. Isso acendeu um sinal de alerta e fizemos novas perícias, com a secretaria de Infraestrutura, Corpo de Bombeiros e Polícia Civil. O laudo foi entregue ontem no final do dia e nós ficamos muito preocupados. O que me deixa indignado é que quem deveria ter tomado conta dessas obras lá atrás, não se preocupou com a questão da segurança, estavam tão preocupados com o recebimento de propina e superfaturamento desses prédios que não se preocupam em garantir a segurança de elevadores que transportam mais de 8 mil pessoas todos os dias”, afirmou Mateus Simões.
“Há um
No fim da tarde desta sexta-feira (10), o PSDB — que governava o estado à época da inauguração da Cidade Administrativa —
Retorno gradual
A secretária de Planejamento, Luísa Barreto, informou que´alguns servidores que trabalham em andares mais altos dos prédios voltarão ao modelo de home-office até que as obras nos elevadores sejam feitas.
“O problema foi detectado em novembro do ano passado. A verificação da máquina é feita regularmente. O uso dos elevadores do prédio Minas foram paralisados imediatamente. E uma perícia mostrou que havia uma criticidade muito grande no prédio Minas. Buscamos uma solução de reparo, quando a empresa se recusou a assinar o contrato, entendemos que era preciso uma nova perícia. Ficou detectado que era importante para todos os elevadores, do Minas e do Gerais”, explicou.
“O modelo de tele trabalho, que foi adotado na pandemia, prevê que os servidores possam atuar de casa sem prejuízo ao serviço público. Faremos a retomada gradual na Cidade Administrativa de maneira organizada”, disse Luísa Barreto.