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Polícia descarta que Mauro Vieira, ministro das Relações Exteriores, tenha cometido injúria racial

Camareira registrou boletim de ocorrência após ter chamada de “macaca”

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Ministro deve ser investigado em instâncias superiores por conta da prerrogativa de foro do ministro

Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

A Polícia Civil do Rio de Janeiro descarta que o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, tenha cometido injúria racial contra uma camareira, no Rio de Janeiro. Na tarde desta sexta-feira (8), ela foi à 14ª Delegacia de Polícia registrar um boletim de ocorrência. O caso foi inicialmente noticiado pelo jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo.

Segundo a publicação, acompanhada de uma testemunha, a suposta vítima prestou depoimento na 14ª Delegacia de Polícia, no Leblon, na zona sul do Rio. O caso teria acontecido em um apart-hotel, no início da tarde desta sexta. Mauro Vieira teria chamado a vítima de “macaca” enquanto ela questionava a entrada dele em um dos apartamentos.

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Após os agentes colherem imagens no local, a Polícia Civil confirmou a versão apresentada extraoficialmente pelo Itamaraty. Segundo o Ministério das Relações Exteriores, o chanceler não se encontrava no local no momento que teria ocorrido o fato. Mauro Vieira estaria em outro hotel, em Copacabana, em outro compromisso.

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