Os animais de estimação não são mais vistos apenas como companhia e passaram a ser tratados como
De acordo com estudo realizado pela Serasa em parceria com o Instituto Opinion Box, 52% dos tutores afirmam ter colocado despesas do animal acima das próprias, enquanto 65% dizem estar dispostos a investir o que for preciso para garantir bem-estar ao companheiro.O mesmo levantamento indica que parte significativa desse investimento está ligada ao vínculo afetivo: 82% acreditam que os
Esse comportamento se reflete na rotina financeira. Dados da pesquisa mostram que até 48% dos tutores destinam cerca de 5% da renda mensal aos cuidados com o animal, enquanto 31% chegam a investir entre 6% e 10% do orçamento. Entre as principais despesas aparecem alimentação,
Para especialistas, o fenômeno vai além do consumo. O educador financeiro Thiago Ramos, da Serasa, afirma que “o amor pelos pets acaba sendo tão grande que muitos tutores não medem esforços para garantir seu bem-estar”, e ressalta que o planejamento financeiro é essencial para manter esse cuidado sem comprometer a estabilidade econômica da família.
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A Itatiaia destacou os principais indícios de que os pets se tornaram prioridade financeira nas famílias:
- Mais da metade dos tutores já priorizou despesas do animal em relação às próprias necessidades.
- 65% estão dispostos a gastar o que for preciso para garantir o bem-estar do pet.
- Até 10% da renda mensal pode ser destinada aos cuidados com o animal.
- Benefícios emocionais compensam os custos para a maioria dos tutores.
- Redução de solidão, estresse e melhora do bem-estar estão entre os principais ganhos relatados.