A Polícia Civil de Santa Catarina
O caso ocorreu no dia 4 de janeiro, por volta das 5h30. Segundo o inquérito da PC, o adolescente saiu de casa por volta das 5h25 e retorna às 5h58 com uma amiga. Veja o vídeo:
Cão Orelha: vídeo mostra momento que adolescente retorna após agressões
— Itatiaia (@itatiaia) February 4, 2026
🎥PCSC pic.twitter.com/Oa7VmmmU2a
O inquérito apontou que
Cão Orelha: não há imagens e testemunhas das agressões, diz delegada Caso ‘Orelha': entenda por que adolescente deixou de ser suspeito do caso Caso Orelha: Polícia descarta desafio digital em morte de cão espancado em SC
Jovem viajou para os EUA
O adolescente estava fora do Brasil até o dia 29 de janeiro, quando
Durante o depoimento, o adolescente apresentou várias contradições e teria mentido. Ele teria dito que não saiu do condomínio no dia 4, mas não sabia que a PC tinha imagens dele.
O que diz a defesa
Em nota, os advogados do jovem apontado como autor da agressão contra a Orelha afirmaram que atuam “de forma técnica e responsável”, orientados pela “busca da verdade real e pela demonstração da inocência”. A defesa protestou conta o fato de “não ter tido acesso integral aos autos do inquérito”. Leia a nota na íntegra:
“Os advogados Alexandre Kale e Rodrigo Duarte, representantes legais do jovem indevidamente associado ao caso do cão Orelha, alertam que informações que vieram a público dizem respeito a elementos meramente circunstanciais, que não constituem prova e não autorizam conclusões definitivas.
A defesa atua de forma técnica e responsável, orientada pela busca da verdade real e pela demonstração da inocência, e protesta contra o fato de, até o momento, ainda não ter tido acesso integral aos autos do inquérito.
Destacamos que a politização do caso e a necessidade de apontar culpado a qualquer preço inflamam a opinião pública a partir de investigações frágeis e inconsistentes que prejudicam a verdade, infringem de forma gravíssima os ritos legais e atingem violentamente e de forma irreparável pessoas inocentes.”