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O inquérito que investigou a morte do cão Orelha foi
O cachorro era comunitário e recebia cuidados dos moradores do destino turístico da capital catarinense.
O adolescente apontado como autor das agressões viajou para fora do Brasil no mesmo dia em que a Polícia Civil teve conhecimento de quem eram os suspeitos do caso.
O suspeito ficou no exterior até o dia 29 de janeiro. No retorno, o adolescente foi interceptado pela Polícia ao chegar no aeroporto.
Ao perceber a presença dos militares, um familiar tentou esconder um boné rosa que estava em posse do adolescente, além de um moletom.
De acordo com a Polícia Civil, as peças de roupas foram importantes para investigação. O familiar tentou ainda justificar a compra do moletom na viagem, mas o próprio adolescente admitiu que já possuía a peça, que foi utilizada no dia do crime.
Investigação
As investigações foram conduzidas pela Especializada no Atendimento de Adolescentes em Conflito com a Lei (DEACLE) e pela Delegacia de Proteção Animal (DPA), ambas de Florianópolis, em Santa Catarina.
Para encontrar o autor do crime, mais de mil horas de filmagens na região foram analisados. Ao todo, 24 testemunhas foram ouvidas e 8 adolescentes suspeitos foram investigados.
De acordo com a polícia, por volta das 5h25 da manhã, o adolescente saiu do condomínio na Praia Brava. Às 5h58 da manhã, ele retornou para o local com uma amiga.
O adolescente, no entanto, informou que havia ficado dentro condomínio, na piscina. Contudo, câmeras de segurança flagraram ele deixando o local.
Durante as apurações do inquérito, a Polícia Civil teve que evitar vazamentos sobre o que estava sendo apurado. Isso já que o adolescente estava fora do país durante a investigação, com isso, havia a apreensão de que ele empreendesse fuga ou descartasse elementos que comprovariam a autoria, como o celular.