A investigação sobre a
De acordo com a defesa dos adolescentes, essas mensagens e fotos compartilhadas pelo porteiro foram o estopim para o que classificam como um “linchamento virtual”.
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Os advogados Alexandre Kale e Rodrigo Duarte sustentam que não existem provas em vídeo que confirmem a participação dos jovens no crime e pedem cautela e responsabilidade na divulgação de informações, ressaltando que seus clientes sequer aparecem nas imagens que circulam de forma extraoficial.
Paralelamente, a Polícia Civil de Santa Catarina indiciou três familiares dos jovens por coação no curso do processo. A suspeita é que eles tenham intimidado o porteiro, que é considerado testemunha-chave.
Em operação realizada no dia 26 de janeiro, agentes cumpriram mandados de busca e apreensão para localizar uma arma de fogo que teria sido usada nas ameaças, mas o objeto não foi encontrado.
A defesa contesta a acusação de coação, afirmando que os diálogos entre os pais e o funcionário ocorreram antes da repercussão do caso do cão Orelha e tratavam apenas de desavenças anteriores relacionadas ao comportamento dos jovens no condomínio.
Enquanto isso, o inquérito segue apurando não apenas os maus-tratos que levaram à eutanásia do animal comunitário, mas também uma tentativa de afogamento contra outro cão, o Caramelo, e atos de vandalismo na região da Praia Brava. Mais de 20 pessoas já foram ouvidas e aparelhos eletrônicos foram apreendidos para perícia.