O grupo de adolescentes suspeitos de agredirem o cão comunitário Orelha, na Praia Brava, em Santa Catarina, cometeram uma série de atos infracionais na região antes de cometerem o crime, revelou a delegada Mardjoli Valcareggi, da Delegacia de Proteção Animal da Capital.
Em entrevista à ativista Luisa Mell, a delegada contou que os quatro adolescentes cometeram uma série de outros atos além da agressão ao cão, que passou por eutanásia devido à gravidade dos ferimentos.
“Existe uma série de outros atos ilícitos, atos criminosos, a exemplo de atos infracionais de crimes contra a honra, praticados contra os profissionais aqui da região, como porteiros, depredação de patrimônio, furto de bebida alcoólica, então todos esses atos vão ser também apurados”, afirmou.
Em razão desses atos dos adolescentes, um porteiro da região teria feito imagens deles para identificá-los e alertar seguranças da região. Essa foto foi apagada depois do envio.
Vale lembrar que, segundo a Polícia Civil de Santa Catarina não há um vídeo que mostra as agressões contra o cão Orelha, informação que foi amplamente divulgada nas redes sociais.
Advogados afirmam que não há provas em vídeo e denunciam ‘linchamento virtual’ no caso Orelha Casal é alvo de ameaças após ser ligado por engano à morte do cão Orelha, em SC Cão Orelha: especialista aponta possível pena e orienta sobre denúncias de maus-tratos
Morte de Orelha
O cão comunitário
Os adolescentes também são alvos de
Três homens, um advogado e dois empresários foram
O caso causou revolta nas redes sociais. Diversos