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Em seus stories, a cantora Ana Castela compartilhou sua indignação diante da crueldade acerca da morte do cão. A artista cobrou ainda mobilização dos fãs e pediu que os seus seguidores repercutam sobre o caso nas próprias redes sociais.
“Queria dizer pra vocês que é crime. Matar cachorro é crime. Decepar a pata de cavalo é crime. Eu estou passando aqui para prestar o meu apoio, não só pelo cachorro Orelha, mas também por todos os outros animais que já sofreram. Eu não sei como é possível alguém com um coração tão frio ter coragem de fazer isso com um bichinho indefeso”, comentou a cantora.
“Eu ficaria muito feliz se todos vocês postassem sobre o cachorro. Não vamos deixar isso em silêncio, tá?”, completou a artista. Em outra publicação sobre o caso, a cantora reafirmou o desejo por justiça. “Vão pagar”, publicou.
Confira o vídeo:
Mais repercussão
O comediante Rafael Portugal também publicou um vídeo em suas redes sociais repercutindo a morte de Orelha. Na ocasião, o ator lamentou o ocorrido e cobrou punição aos adolescentes suspeitos. “Pura maldade e prazer. Quatro psicopatas [...] Não sei o que falar, é muito triste. Agora vai ter que ter justiça. [...] Eles precisam entender que existem consequências para isso. Vamos gritar e vamos falar, pelo Orelha”, publicou Rafael. A postagem já alcançou mais de 6 milhões de visualizações.
Além de artistas, moradores da região de Praia Brava, na capital catarinense, também se mobilizaram em busca de justiça. O cachorro vivia sob os cuidados de moradores da região e era querido pela comunidade local.
Dezenas de pessoas caminharam pelas ruas ao redor da praia usando camisetas personalizadas e cartazes estampados com a foto e nome de Orelha.
Investigações
A Polícia Civil de Santa Catarina cumpriu, nesta segunda-feira (26), mandados de busca e apreensão na casa de adolescentes suspeitos de assassinar um cachorro a pauladas na Praia Brava, na cidade de Florianópolis.
Ao menos quatro adolescentes são suspeitos de participar do ato de maus-tratos. Além dos menores, as diligências também apuram o envolvimento de um adulto. O homem seria pai de um dos suspeitos e teria coagido, com uma arma de fogo, uma das testemunhas do caso ao longo da investigação policial.