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O comportamento ativo, a alimentação regular e a resposta ao ambiente são indicadores importantes de saúde, de acordo com orientações do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Por isso, o tutor deve ficar atento, pois qualquer mudança de apetite, letargia ou isolamento podem indicar estresse ou doença.
Veterinários especializados em animais silvestres também apontam formas sutis de interação. A médica-veterinária Jéssica Moraes, explica que as tartarugas podem associar a presença do tutor à oferta de alimento e segurança, e se aproximando espontaneamente. Segundo ela, “o vínculo não é afetivo como em mamíferos, mas existe reconhecimento e resposta positiva ao cuidador”.
Esse entendimento é compartilhado por guias técnicos da Sociedade Brasileira de Herpetologia, que descrevem o
Outro ponto importante é evitar interpretações humanas exageradas. O Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) reforça que cada espécie expressa conforto de maneira própria.
“Reconhecer os limites biológicos de cada animal é essencial para garantir bem-estar”, destaca o conselho ao tratar de guarda responsável de espécies não convencionais.
A Itatiaia listou cinco sinais de bem-estar em tartarugas mantidas como pets:
- Aproximação do tutor, geralmente associada à alimentação ou rotina previsível.
- Apetite regular e crescimento adequado, conforme orientações do Ibama.
- Exploração ativa do ambiente quando temperatura e iluminação estão corretas.
- Postura corporal relaxada e períodos normais de descanso, descritos em guias herpetológicos.
- Ausência de letargia, isolamento ou recusa alimentar, que podem indicar estresse ou doença.
Regras para criação de tartarugas
No Brasil, a criação de tartarugas só