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Mas antes de qualquer tentativa de intervenção, é importante diferenciar o engasgo da tosse. De acordo com orientações de primeiros socorros divulgadas por conselhos regionais de medicina veterinária, cães que ainda conseguem tossir podem estar tentando expulsar o objeto naturalmente, e a manipulação inadequada da boca pode empurrar o corpo estranho ainda mais para dentro da garganta deles.
Quando há obstrução completa e o animal não consegue respirar de jeito nenhum, podem ser necessárias compressões abdominais parecidas com a conhecida manobra de Heimlich, mas adaptada para cães. Guias educativos de primeiros socorros publicados por entidades como o próprio CFMV, explicam que a pressão deve ser aplicada de maneira firme e controlada para evitar fraturas ou lesões internas.
Mesmo depois de retirado ou cuspido o objeto, a
Ainda de acordo com os guias educativos, o atendimento veterinário após o episódio é uma etapa obrigatória. Sem ele, pode ocorrer uma evolução silenciosa de complicações respiratórias, o que aumenta o risco do animal nas horas seguintes ao engasgo.
Além da resposta emergencial dos tutores e do atendimento,
A Itatiaia preparou um checklist básico do que fazer ao suspeitar que o cachorro está engasgando:
- Observar sinais respiratórios graves, como orienta o CFMV.
- Verificar, pela boca do pet, se há um objeto visível, mas sem introduzir a mão profundamente na garganta dele.
- Permitir que o cão tussa quando ainda consegue respirar.
- Fazer compressões abdominais apenas em obstrução total.
- Levar o cachorro imediatamente ao atendimento veterinário, mesmo após melhora.
Ter essas etapas em mente pode salvar a vida do seu pet em situações críticas, mas ainda assim, nenhuma dessas dicas substitui o atendimento profissional. Agir rápido e procurar atendimento clínico urgente é a combinação mais segura para proteger o animal.