O envelhecimento dos gatos traz mudanças físicas e comportamentais importantes e que exigem a atenção dos tutores. Entre elas está o
A menor movimentação costuma estar ligada a doenças articulares comuns na velhice. A própria instituição observa que gatos idosos tendem a ser menos ativos, dormir mais e ter dificuldade para alcançar locais antes habituais, mudanças que não devem ser atribuídas apenas à idade, pois podem indicar enfermidades tratáveis.
Quando há dor crônica, como na osteoartrite, o animal reduz ainda mais o movimento, e cria um ciclo que diminui o desgaste natural das garras e causa o desconforto ao caminhar. Além disso, gatos idosos podem ter dificuldade para se higienizar adequadamente, exigindo auxílio suave dos tutores, sobretudo quando há condições dolorosas subjacentes.
Outro ponto importante é que unhas crescidas demais podem indicar outros problemas médicos como artrite ou hipertireoidismo. Se for o caso, os tutores devem conversar com um profissional para avaliação.
Quando as unhas estiverem grandes demais, a principal recomendação é avaliar a saúde geral e realizar o corte regular com orientação veterinária, já que o excesso pode causar dor, ferimentos nas patas e dificuldade de locomoção.
A Itatiaia listou alguns sinais de alerta ao observar gatos idosos:
- Unhas longas ou curvadas, com risco de ferir a almofada da pata.
- Dificuldade para caminhar, subir ou saltar, ligada a dor articular.
- Redução de atividade ou
mudanças de comportamento , que podem indicar doença. - Higiene corporal prejudicada, comum em felinos com mobilidade limitada.