O Greenpeace Brasil, o WWF Brasil e o Imaflora emitiram um
“Ao esvaziar a Moratória, essas empresas assumem integralmente a responsabilidade pelos impactos ambientais, climáticos e reputacionais decorrentes da possível retomada do desmatamento associado à soja na Amazônia. Sem um mecanismo equivalente, transparente e independente de controle do desmatamento, a saída dessas traders reintroduz o risco de que a soja brasileira volte a estar diretamente ligada à destruição da floresta”, diz o documento.
O comunicado cobra que os grandes compradores de soja exijam, de seus fornecedores, a manutenção dos critérios ambientais da Moratória da Soja. “Transparência e responsabilidade socioambiental não são opcionais”, dizem as entidades.
Varejistas europeus pressionam tradings que deixaram Moratória da Soja
Um grupo de varejistas da Europa
O documento veio do Retail Soy Group (Grupo de Varejo de Soja, em português), associação independente de varejistas internacionais que trabalham em conjunto para encontrar soluções para a indústria relacionadas à soja. É assinado por redes como Tesco, Lidl, Marks and Spencer, ALDI Nord Group, ALDI Süd, Swiss Soy Network e outras.
A carta foi destinada aos CEOs das cinco maiores tradings do mundo, com cópia para a
Na carta, os varejistas dizem estar “profundamente desapontados” com a
Além disso, o documento pede transparência para assegurar que a soja comprada na Amazônia esteja livre de desmatamento. Segundo os varejistas, isso deve ocorrer por meio de sistemas independentes de monitoramento, divulgação e verificação. O prazo para resposta é 16 de fevereiro.