Cientistas brasileiros descobriram espécie de
A espécie foi batizada de Purpureocillium atlanticum. O nome remete à cor púrpura, devido à coloração arroxeada do fungo, e ao local da descoberta, ocorrida na
Segundo o Royal Botanic Gardens, “o fungo infecta aranhas-alçapão enterradas no solo da floresta, dentro de suas tocas, cobrindo-as quase completamente com um micélio macio e branco como algodão. Do cadáver, emerge um corpo de frutificação de até 2 cm de comprimento, passa pelo orifício da alçapão e é mantido acima do solo para liberar seus esporos e continuar o ciclo”.
Para confirmar que se tratava de uma nova espécie, os cientistas usaram um método portátil para sequenciar DNA, o Oxford Nanopore. O aparelho permite decodificar o código genético do fungo no local da descoberta, acelerando a identificação de espécies.
Os fungos desse grupo são popularmente chamados de fungos zumbis. Eles parasitam outros organismos, atingindo o sistema nervoso dos animais. Outro exemplar dessa espécie inspirou o jogo