O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) vai liberar a consulta do
Segundo o MTE, mais de 85 milhões de acessos são esperados nos primeiros dias de consulta do abono salarial. Em 2026, serão 26,9 milhões de trabalhadores beneficiados com um valor total de R$ 33,5 bilhões no benefício.
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O primeiro lote do pagamento será liberado no dia 16 de fevereiro para cerca de 1,8 milhão de trabalhadores da iniciativa privada, com inscrição no Programa de Integração Social (PIS), em um total de R$ 2,29 bilhões. Outros 217,2 mil servidores públicos, com inscrição no Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep), devem receber um somado de R$ 301,9 milhões.
O valor do Abono Salarial varia de R$ 136 a R$ 1.621, de acordo com a quantidade de meses trabalhados durante o ano-base 2024. O depósito é destinado aos trabalhadores vinculados aos programa há, pelo menos, cinco anos, que tenham recebido no ano-base uma remuneração média mensal de R$ 2.766.
Veja o calendário de pagamentos em 2026
| Nascidos em | Data de pagamento |
| Janeiro | 16 de fevereiro |
| Fevereiro | 16 de março |
| Março e abril | 15 de abril |
| Maio e junho | 15 de maio |
| Julho e agosto | 15 de junho |
| Setembro e outubro | 15 de julho |
| Novembro e dezembro | 15 de agosto |
A partir deste ano, passam a valer novas regras do Abono Salarial, de acordo com a Emenda Constitucional nº 135 de 2024, que alterou o critério de renda para o acesso ao benefício. O limite de renda deixará de ser calculado com dois salários mínimos, passando a ser fixado em R$ 2.640 e reajustado anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). O critério será reduzido gradualmente até atingir 1,5 salário mínimo por volta de 2035.
Isso vai ocorrer porque o salário mínimo agora é corrigido pela inflação mais o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB). Assim, o número de beneficiários do PIS/Pasep aumentaria a cada ano, aumentando também os gastos do governo com o benefício.
Segundo o governo, espera-se uma redução gradual no número de beneficiários a partir de 2026, sendo que em 2030, a depender de parâmetros econômicos, cerca de 3 milhões de pessoas devem deixar de receber o benefício. A economia acumulada deve ser de R$ 24,8 bilhões até essa marca.