A pitaya vermelha, conhecida por suas propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias, ganhou destaque em
O estudo, realizado na Faculdade de Ciências Farmacêuticas da
Ao Jornal da USP, a autora da pesquisa, Juliana Yumi Suzuki, explicou que a ativação da autofagia não dependeu do receptor de vitamina D (VDR), normalmente associado ao processo. “Essa descoberta é relevante, pois abre possibilidades para o uso de alimentos fermentados na regulação da saúde celular por caminhos até então não descritos”, disse.
Segundo a professora Susana Marta Isay Saad, orientadora da pesquisa, as células HCT-116 usadas nos experimentos, apesar de derivadas de tumor de cólon, são modelo importante para estudar processos inflamatórios intestinais.
Além do aumento da ativação do gene, a fermentação elevou os níveis de betacianina, pigmento antioxidante, e gerou 2-feniletanol, composto com aroma floral e propriedades antimicrobianas, com potencial para indústrias alimentícia, farmacêutica e cosmética.
Os resultados indicam que
(Sob supervisão de Lucas Borges)