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A medida foi determinada na segunda-feira (9) e encerra o processo de fiscalização do TCE sobre o último ano completo de Fuad à frente da PBH. Segundo o texto publicado no Diário Oficial do Município (DOM) desta terça-feira (10), a morte do gestor levou o Tribunal de Contas a reconhecer a “iliquidez das contas”.
Fuad foi reeleito em 2024, mas encerrou aquele ano lidando com complicações médicas oriundas de um tratamento oncológico realizado durante a campanha eleitoral. O prefeito ficou afastado durante o início do mandato em 2025 e faleceu em março.