O secretário-geral da
“Concordamos que a Otan deve aumentar seu compromisso no Ártico. Defesa e segurança no Ártico são uma questão de preocupação para toda a aliança”, escreveu Frederiksen em comunicado à imprensa, após de reunir com Rutte em Bruxelas, na Bélgica.
As ameaças de
A Dinamarca prometeu aumentar a presença militar no território desde o início de janeiro, em resposta às ameaças de Donald Trump, que afirma estar preocupado com o desejo da China e da Rússia de controlar o território.
Tropas dinamarquesas na Groenlândia receberam ordens para estarem prontas para combate em caso de um ataque dos Estados Unidos, segundo a emissora pública do país nórdico DR.
Negociações entre os países
O ministro das Relações Exteriores da Dinamarca, Lars Løkke Rasmussen, afirmou que as discussões entre o país nórdico, a Groenlândia e os
“Organizaremos essas reuniões muito em breve. Não anunciaremos as datas, pois precisamos acalmar os ânimos agora”, disse Løkke em Copenhague.
As conversas em Washington vão se concentar em “segurança, segurança e mais segurança”, afirmou o ministro dinamarquês.
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Uma fonte próxima às negociações entre Trump e Rutte afirmou que os Estados Unidos e a Dinamarca, ambos membros da Otan, irão renegociar o acordo de defesa de 1951 sobre a Groenlândia.
O acordo de 1951, atualizado em 2004, concede a Washington a possibilidade de reforçar a mobilização militar estadunidense, desde que autoridades dinamarquesas e groenlandesas sejam informadas previamente.
Essa medida poderia permitir que Washington amplie a presença militar norte-americana no território, incluindo o sistema de defesa antimíssil “Domo de Ouro.”
Trump anunciou um
Por outro lado, primeiro-ministro da Groenlândia, Jens-Frederik Nielsen, afirmou
* Com informações da AFP.