A criação de uma cápsula do tempo para ser aberta daqui a sete anos e homenagens a duas jovens que morreram neste ano serão parte da programação do Jubileu dos Coroinhas e Acólitos da Arquidiocese de Juiz de Fora. O evento, que faz parte do calendário do
São esperadas cerca de 1.200 crianças e adolescentes, que atuam no serviço ao altar e ao celebrante durante as cerimônias religiosas. São esperados cerca de 1.200 crianças e adolescentes, que atuam no serviço ao altar e ao celebrante durante as cerimônias religiosas. Também estarão presentes Arcebispo Metropolitano, Dom Gil Antônio Moreira, além de padres, coordenadores e agentes da Pastoral Vocacional.
A programação terá testemunhos vocacionais, momentos de oração, shows católicos e dinâmicas que envolvem fé, convivência e alegria.
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Mensagens para a Igreja do Futuro
O Assessor da Pastoral Vocacional Arquidiocesana, Padre Miguel Souza Lima Campos destaca o simbolismo da criação de uma Cápsula do Tempo, que será aberta no Jubileu da Redenção, em 2033.
“São mensagens, cartas que nós queremos deixar para a Igreja no futuro. Então, os coroinhas e acólitos estão sendo motivados a escrever uma carta para daqui a oito anos, mais ou menos, o Jubileu da Redenção. É até um tempo pequeno, mas será aberta em 2033. Iremos deixar uma mensagem para a Arquidiocese de Juiz de Fora. Motivados pelo tema da Esperança, o jubileu é uma expectativa do bem. Então queremos deixar essa expectativa e esse desejo pelo bem nessa cápsula do tempo, uma cápsula de esperança”.
Testemunhos e homenagens
Além disso, também estão previstos testemunhos e homenagens à acólita
“Teremos uma pequena reflexão, um testemunho sobre a Duda, a Maria Eduarda, da Paróquia de São Mateus, que morreu com testemunho de Santidade. Então, essa história está ficando mais conhecida, então
Também haverá a recordação da vida da acólita Nicoli Augusta Santos Silva, que morreu no
“Iremos homenagear a Nicoli, do
Qual a diferença entre coroinha e acólito?
De acordo com a Diocese de São João del-Rei, coroinha ou “menino do coro” é uma criança ou adolescente batizado na Igreja Católica que auxilia o padre nas funções do altar. Até o Concílio Vaticano II, a Missa era celebrada somente em latim, nem todos os fieis sabiam o idioma para responder as respostas. Para isso, era formado um grupo de meninos devidamente preparados para falar as respostas da liturgia. Estes meninos ficavam no Coro da Igreja. Daí então a origem do termo coroinhas ou meninos do Coro. A princípio era uma função realizada por meninos até que, em 1994, São João Paulo II autorizou que as meninas também servissem ao altar.
O Acólito é aquele que, na celebração da liturgia, segue ou precede outras pessoas, para servir e ajudar. Auxilia primeiramente o bispo ou padre e também ao diácono. A palavra acólito vem do verbo “acolitar”, que significa acompanhar no caminho.