Uma pesquisa do site MercadoMineiro, em parceria com o aplicativo comOferta.com, apontou que o
“O Minaspetro lamenta que os combustíveis sejam, mais uma vez, fonte da sanha arrecadatória do Estado. O anúncio do Confaz de aumentar o ICMS da gasolina em R$ 0,10 e o diesel em R$ 0,05 a partir de janeiro – reajuste acima do IPCA – frustra a classe produtiva e os consumidores, que demandam uma carga tributária mais justa, especialmente em bens essenciais”, dizia a nota.
“Só na gasolina, consumidores e os empresários pagam, entre impostos federais e estaduais, R$ 2,25 por litro”, acrescentou.
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Enquanto a gasolina sofreu um aumento de 4,91%, saindo de R$ 6,03 para R$ 6,33, e o etanol aumentou 5,12%, saindo de R$ 4,48 para R$ 4,71. Já o diesel S10 foi o que menos aumentou: 0,8%. O preço atual é de R$ 6,06.
O sindicato afirmou, ainda, que apresentou medidas que, de fato, podem abaixar o preço dos combustíveis, como correção volumétrica por temperatura e o autoabastecimento. “Dentre as medidas estão também críticas à alta carga tributária (atualmente em 36% do custo final da gasolina) e a evasão fiscal”, finalizou a nota.
Leia na íntegra:
“Aumento do ICMS 2026
O Minaspetro lamenta que os combustíveis sejam, mais uma vez, fonte da sanha arrecadatória do Estado. O anúncio do Confaz de aumentar o ICMS da gasolina em R$ 0,10 e o diesel em R$ 0,05 a partir de janeiro – reajuste acima do IPCA – frustra a classe produtiva e os consumidores, que demandam uma carga tributária mais justa, especialmente em bens essenciais. Só na gasolina, consumidores e os empresários pagam, entre impostos federais e estaduais, R$ 2,25 por litro. Recentemente, o Minaspetro lançou cinco medidas que de fato podem abaixar o preço dos combustíveis, como a correção volumétrica por temperatura e o autoabastecimento. Dentre as medidas estão também críticas à alta carga tributária (atualmente em 36% do custo final da gasolina) e a evasão fiscal.”