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O resultado mantém a produção industrial 2,4% acima do patamar anterior à pandemia de Covid-19. No ano, a indústria acumula um crescimento de 0,6% e de 0,7% no acumulado dos últimos 12 meses. Segundo o IBGE, a principal influência negativa do indicador foi nas indústrias extrativas, que recuaram 2,6% em novembro.
Segundo o gerente da pesquisa, André Macedo, a queda foi influenciada pela menor produção de óleos brutos de petróleo, gás natural e minério de ferro. “Vale destacar que essa retração eliminou parte do avanço de 3,5% verificado em outubro, quando interrompeu dois meses consecutivos de queda na produção”, disse.
Outros destaques negativos vieram dos setores de veículos automotores, reboques e carrocerias (-1,6%), de produtos químicos (-1,2%), de produtos alimentícios (-0,5%) e de bebidas (-2,1%). Por outro lado, entre as dez atividades que tiveram avanço na produção, o setor de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (9,8%) exerceu o principal impacto na média.
Para o economista sênior do Inter, André Valério, o resultado de novembro reafirma a tendência de desaceleração da indústria, que sofre com a taxa de juros em 15% e a