A escolha de
Para Tiago Manoel de Oliveira Santos, mestre em engenharia de materiais e analista de tecnologia do Instituto Senai de Inovação (ISIES), a tecnologia atual elimina a divisão entre o que é decorativo e o que é resistente.
O efeito ‘escudo’ nos revestimentos modernos
Os novos materiais funcionam como uma barreira física e química. “Antigamente, ou algo era decorativo ou era resistente. Hoje, usamos revestimentos modernos que agem como um ‘escudo invisível’”, afirmou Tiago Santos à Itatiaia.
Segundo o especialista, esses sistemas preservam a cor e o brilho sob exposição ao sol e à chuva. Santos destaca o uso da tecnologia PVD (Deposição Física de Vapor), que são cerâmicos com alta resistência mecânica. “Eles mantêm a cor e o brilho que o consumidor quer, mas criam uma barreira química tão forte que o produto pode ficar exposto sem perder a qualidade por muitos anos”, explicou.
Tecnologias limpas e regulamentação ambiental
A substituição de métodos tradicionais por processos de
“A engenharia de superfícies está passando por uma ‘onda verde’”, disse o analista à Itatiaia. Santos afirma que essas soluções protegem o aço contra a ferrugem de forma eficiente “sem poluir os rios ou colocar em risco a saúde de quem trabalha na produção”.
Entre as alternativas sustentáveis aplicadas pelo setor, destacam-se:
- Tratamentos termoquímicos a plasma: processos de nitretação e cementação que não geram poluentes;
- Revestimentos PVD: soluções classificadas como eco-friendly (amigáveis ao meio ambiente)
Implemente revestimentos PVD, PECVD ou anticorrosivos com suporte técnico especializado do Senai.