Economistas do mercado financeiro reduziram a previsão de inflação no Brasil em 2026 para abaixo de 4% pela primeira vez, segundo levantamento do
Apesar de pequena, a queda nas expectativas aproxima o índice de preços para o centro da meta de 3% definida pelo Banco Central. A inflação é o principal dado para a definição da política monetária, ou seja, a taxa básica de juros (Selic) imposta pelo Comitê de Política Monetária do BC (Copom).
Governo libera R$ 3,9 bilhões do saque-aniversário do FGTS para demitidos Nova regra do PIX contra fraudes começa a valer nesta segunda-feira (2)
Em relação aos juros, o mercado espera que a Selic caia de 15% para 12,25% neste ano. O primeiro corte é previsto pelos economistas na reunião de março, estimando uma redução de 0,5 ponto percentual na taxa.
Na reunião de janeiro, realizada na última quarta-feira (28), o
“O Comitê avalia que a estratégia em curso tem se mostrado adequada para assegurar a convergência da inflação à meta. Em ambiente de inflação menor e transmissão da política monetária mais evidentes, a estratégia envolve calibração do nível de juros. O Comitê antevê, em se confirmando o cenário esperado, iniciar a flexibilização da política monetária em sua próxima reunião”, disse.
Para 2026, o Focus ainda aponta uma variação do Produto Interno Bruto (PIB) em 1,8%, e o dólar cotado a R$ 5,50.
| Focus | 2026 | 2027 | 2028 | 2029 |
| IPCA | 3,99% | 3,80% | 3,50% | 3,50% |
| PIB Total | 1,80% | 1,80% | 2,00% | 2,00% |
| Câmbio | R$ 5,50 | R$ 5,50 | R$ 5,52 | R$ 5,57 |
| Selic | 12,25% | 10,50% | 10,00% | 9,50% |