O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, reafirmou que a autoridade monetária está em um
Atualmente em 15% ao ano, a Selic deve cair para até 12,25% até o final do ano, de acordo com
Prazos e regras do informe de rendimentos para o IRPF 2026 Construção Civil projeta crescimento de 2% no ano com queda de juros
“Volto aqui a enfatizar que a palavra-chave é essa, a calibragem, esse ajuste da política monetária a partir de março, justamente para a gente poder reunir mais confiança para iniciar esse ciclo”, disse Galípolo, durante evento do BTG Pactual nesta quarta-feira (11).
De acordo com a ata da reunião do Copom de janeiro, os diretores do Banco Central avaliam que o cenário externo se mantém incerto em função da política econômica dos Estados Unidos, exigindo cautela dos países emergentes. Por outro lado, em relação ao cenário doméstico, a avaliação é de que os indicadores seguem apresentando trajetória de moderação no crescimento da atividade econômica, enquanto o mercado de trabalho segue resiliente a desaceleração.
A Selic é o principal instrumento do Banco Central para controlar a inflação. O patamar elevado aos 15% é usado com o objetivo de desacelerar o consumo e levar o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para o centro da meta de 3%.
Nessa lógica, a autoridade monetária ressaltava que estava confiante em manter a política monetária restritiva por “período bastante prolongado” caso fosse necessário, mas o trecho foi retirado do último comunicado, indicando uma flexibilização no ciclo de juros.