Na era dos
A tecnologia avançou desde os cartões preenchidos à mão nos anos 1970 até os QR codes nos smartphones. Mas, em momentos críticos, falhas técnicas podem colocar viagens em risco. Veja abaixo os quatro principais motivos para sempre ter o bilhete impresso em mãos.
1) Ficar sem bateria
Um dos problemas mais comuns enfrentados por passageiros é o fim da bateria antes do embarque. “Nos aeroportos como Guarulhos e Congonhas, o tempo de espera pode drenar a carga do aparelho”, alertam frequent flyers. Muitos usam o celular para entretenimento durante a espera, o que agrava a situação. Ter o cartão impresso evita contratempos, especialmente em conexões apertadas.
2) Sinal fraco ou Wi-Fi instável nos aeroportos
Mesmo em terminais modernos, a cobertura de internet pode falhar, sobretudo em horários de pico. Aeroportos regionais sofrem ainda mais com a infraestrutura limitada. “Em voos internacionais, o problema se agrava com o custo e a instabilidade do roaming de dados”, explica um consultor. Capturas de tela do bilhete digital também podem apresentar problemas de leitura. Já o papel, não falha.
3) Aplicativos podem falhar na hora H
Os apps das companhias aéreas brasileiras, embora funcionais, apresentam instabilidades. “Mudanças no voo podem fazer o cartão desaparecer temporariamente do app”, apontam usuários frequentes. Além disso, atualizações automáticas e picos de acesso prejudicam o funcionamento. Nestes casos, a versão física do cartão agiliza atendimentos e alterações.
4) Informações completas só na versão impressa
Detalhes como número do bilhete, tarifa e códigos de fidelidade nem sempre aparecem na versão digital. “Esses dados podem ser essenciais para reembolsos, acúmulo de milhas ou resolução de problemas com bagagem”, alertam especialistas. Empresas como a LATAM incluem dados extras no cartão físico, especialmente em voos internacionais.
Dica extra: use as duas versões
É possível imprimir o bilhete em casa via e-mail ou nos totens de autoatendimento dos aeroportos. A orientação de consultores é clara: mantenha o digital para agilidade, mas leve o impresso como backup. O uso combinado garante flexibilidade máxima para lidar com imprevistos.
Algumas companhias internacionais, como a Ryanair, planejam abolir completamente o cartão impresso até 2025. Mas no Brasil, a recomendação permanece: imprima o bilhete. “O cartão físico pode ser a diferença entre embarcar e perder o voo”, concluem os especialistas.