O índice de inadimplência em Belo Horizonte chegou a 64,8% em dezembro de 2025, um dos maiores registros durante a série histórica iniciada em 2014. Economistas avaliam que a taxa Selic em 15% ao ano dificulta renegociações e reduz o consumo de produtos duráveis. O levantamento também revela que 75,7% das famílias com renda de até 10 salários mínimos possuem contas em atraso. O percentual de consumidores que afirmaram que não terão condições de sanar as dívidas também subiu de 25,3% em novembro para 27,2%.
Desafios e oportunidades: o impacto do acordo Mercosul-UE nos queijos, azeites e vinhos de Minas
A assinatura definitiva do Acordo de Livre Comércio entre Mercosul e União Europeia ampliará a concorrência para o queijo artesanal, vinho e azeite em Minas Gerais. Representantes dos setores já se preparam e devem buscar profissionalização e melhorias na legislação. As categorias alertam ainda para os desafios de custos e otimização da qualidade da produção local.
Quase metade dos belo-horizontinos prefere viajar por Minas Gerais
A pesquisa realizada pela Fecomércio MG aponta que 52,4% dos moradores de Belo Horizonte pretendem viajar pelo Estado no próximo semestre. Segundo economistas, o setor precisa alinhar preço e comunicação para atender essa demanda. O estudo indica que viajantes com orçamento entre R$ 3.037 e R$ 6.072 buscam produtos turísticos estruturados envolvendo gastronomia, cultura e ecoturismo. O perfil dos viajantes revela predominância do turismo em família, sendo o cônjuge o principal companheiro de viagem para 30,8% dos entrevistados, seguido pelos filhos, com 22,9%.