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“A companhia repudia veementemente qualquer ação criminosa e reforça que segue os mais elevados padrões de segurança e conduta”, dizia a nota.
Sérgio Antonio Lopes, de 60 anos, foi preso durante procedimentos de embarque do voo LA3900 (São Paulo/Congonhas–Rio de Janeiro/Santos Dumont). Após a prisão, o voo operou normalmente, “decolando e pousando no horário previsto”.
Leia a nota na íntegra:
“A LATAM Airlines Brasil confirma que está ciente do ocorrido na manhã desta segunda-feira (9/2) durante os procedimentos de embarque do voo LA3900 (São Paulo/Congonhas–Rio de Janeiro/Santos Dumont), no qual um de seus tripulantes foi detido pelas autoridades policiais. O voo operou normalmente, decolando e pousando no horário previsto.
A LATAM informa que abriu apuração interna e está à disposição das autoridades para colaborar com as investigações. A companhia repudia veementemente qualquer ação criminosa e reforça que segue os mais elevados padrões de segurança e conduta.”
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Piloto preso
De acordo com as investigações, o piloto abusava das crianças e vendia material de pornografia infantil. O grupo do qual ele fazia parte é investigado por crimes graves, como estupro de vulnerável, exploração sexual infantil, produção e compartilhamento de pornografia infantojuvenil, aliciamento de menores, uso de documentos falsos, perseguição e coação de vítimas para evitar denúncias.
Uma mulher também foi presa suspeita de explorar sexualmente as próprias netas.
As prisões fizeram parte da operação “Apertem os Cintos”, comandada pelo Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), por meio da 4ª Delegacia de Repressão à Pedofilia, após meses de investigação.
O inquérito acontece desde outubro de 2025 e, até agora, três vítimas já foram identificadas: duas meninas de 11 e 12 anos e uma adolescente de 15. Todas teriam sido submetidas a situações graves de abuso e exploração.
A polícia acredita que outras vítimas ainda possam aparecer, devido à quantidade de provas já reunidas. Ao todo, a Justiça autorizou oito mandados de busca e apreensão e duas prisões temporárias. As equipes cumpriram as ordens de forma simultânea em São Paulo e em Guararema, com apoio de 32 policiais civis e 14 viaturas.
A polícia afirma que a operação busca interromper imediatamente os crimes, proteger as vítimas, identificar outros suspeitos e recolher provas, principalmente materiais digitais. O caso segue sob investigação.