Caso Ruy Ferraz: Ministério Público diz que morte de ex-delegado foi encomendada pelo PCC
Planejamento incluiu ações como roubo de veículos, aquisição de armamento e a definição de imóveis usados como bases de apoio logístico para o ataque

Ministério Público de São Paulo (MPSP) denunciou nesta sexta-feira (21) oito suspeitos pela participação na execução do ex-delegado-geral Ruy Ferraz Fontes, assassinado em setembro na cidade de Praia Grande.
O planejamento incluiu ações como roubo de veículos, aquisição de armamento e a definição de imóveis usados como bases de apoio logístico para o ataque.
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A execução ocorreu no dia 15 de setembro, quando os criminosos emboscaram o ex-delegado na saída da Prefeitura de Praia Grande. Eles efetuaram dezenas de disparos de fuzil contra a vítima.
Após o ataque, um dos veículos roubados e utilizados pelos executores foi incendiado na tentativa de dificultar o trabalho da Polícia Civil e eliminar vestígios.
A denúncia do MPSP inclui os crimes de homicídio qualificado, duas tentativas de homicídio, porte ilegal de arma de fogo de uso restrito, favorecimento pessoal e participação em organização criminosa armada.
Até o momento, a Polícia Civil de São Paulo havia indiciado 12 pessoas por envolvimento no assassinato, contudo, cinco desses indiciados foram soltos por ordem da Justiça.
Com informações de CNN Brasil
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