Acontece na tarde desta segunda-feira, no Fórum Lafayette, no bairro Barro Preto, na região Centro-Sul de Belo Horizonte, a audiência de oitiva das testemunhas do caso
O crime ocorreu no dia 16 de agosto, no bairro Padre Eustáquio, na Região Noroeste da capital, após o tio do suspeito receber uma ligação em que ele confessava o crime e dizia que iria se matar. O familiar acionou a polícia.
Ao chegarem ao apartamento, os militares precisaram arrombar a porta. No local, encontraram o homem armado com uma faca e a vítima caída em um dos quartos. Ao ver a equipe, ele tentou se ferir e depois avançou contra os policiais com duas facas, sendo contido.
Indiciado
Segundo a delegada Iara França, do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa,
Para a polícia, ele se enquadra em um perfil típico de feminicida, marcado por controle e opressão nos relacionamentos.
A investigação aponta que o crime foi motivado pela não aceitação do término do relacionamento, que durou cerca de cinco meses.
A delegada afirmou que a vítima foi agredida antes de morrer e que há indícios de tentativa de defesa, embora o autor não tenha assumido todas as agressões.
Familiares relataram à Itatiaia que o laudo apontou que Priscilla morreu em decorrência de asfixia mecânica por constrição e traumatismo craniano contuso, o que indica que ela foi enforcada e teve a cabeça golpeada simultaneamente.