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SES-MG confirma mais 68 casos de Febre Oropouche no Vale do Aço

Joanésia é a cidade com maior número de casos em Minas Gerais

A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) confirmou, nesta segunda-feira (3), mais 68 casos de Febre Oropouche no estado. No dia 24 de maio, a SES-MG já havia confirmado quatro casos, sendo dois em Ipatinga, um em Gonzaga, município também localizado na região do Vale do Rio Doce, e em Congonhas, região central do estado. Os novos casos foram registrados em cidades do Vale do Aço.

Dentre os 68 registros da febre identificados pelo Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen-MG), da Fundação Ezequiel Dias (Funed), 26 casos foram confirmados em Coronel Fabriciano, 30 casos em Joanésia, 1 caso em Marliéria e 11 casos em Timóteo. Outros três casos foram identificados na URS de Belo Horizonte, mas são importados de Santa Catarina, e já notificados ao estado. O estado não registrou óbitos pela doença até o fim de 2023.

Segundo o comunicado da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais, as amostras foram coletadas entre os meses de março e abril de 2024 e analisadas em maio.

A SES-MG esclareceu que está acompanhando a evolução dos casos e conduz a devida investigação epidemiológica no estado, por meio do Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde do Estado de Minas Gerais (Cievs-Minas).

Febre Oropouche

A febre oropouche é uma doença causada por um arbovírus do gênero Orthobunyavirus, da família Peribunyaviridae. Os sintomas são parecidos com os da dengue e da chikungunya: dor de cabeça, dor muscular, dor nas articulações, náusea e diarreia.

O diagnóstico da arbovirose é clínico, epidemiológico e laboratorial e todo caso com diagnóstico de infecção pelo vírus deve ser notificado pelo município no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan).

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