Mulher mais velha do mundo tinha DNA 20 anos mais jovem, dizem cientistas
Ao analisar as células de Maria, a equipe viu que no genoma dela havia tanto sinais de envelhecimento extremo quanto indícios de saúde de uma pessoa mais jovem

A 'superlongevidade' de Maria Branyas, que foi a pessoa mais velha do mundo já registrada, despertou interesse de pesquisadores para saber se havia detalhes biológicos no DNA dela que poderiam desvendar mecanismos do envelhecimento humanol. A catalã morreu no ano passado, aos 117 anos.
Segundo um estudo publicado na revista Cell Reports Medicine, a supercentenária apresentava uma idade biológica geral que era 20 anos mais jovem que a idade cronológica dela.
Ao analisar as células de Maria, a equipe viu que no genoma dela havia tanto sinais de envelhecimento extremo quanto indícios de saúde de uma pessoa mais jovem.
Para Eloy Santos, o DNA da idosa combinou variantes genéticas benéficas únicas da população europeia, o que deu a ela proteção contra doenças associadas ao envelhecimento.
*Com Agência Einstein
Formada pela PUC Minas, Maria Fernanda Ramos é repórter das editorias Minas Gerais, Brasil e Mundo na Itatiaia. Antes, passou pelo portal R7, da Record.



