Durante a caminhada liderada pelo
Segundo o parlamentar, a omissão do comando do Congresso diante das demandas da direita “já passou do limite”.
Em entrevista exclusiva à Itatiaia, Magno Malta declarou que, se Alcolumbre não pautar os pedidos de impeachment de ministros do
“O presidente do Congresso é quem tem que votar impeachment. Se ele não quer votar o impeachment dos caras, ele vai ter que sofrer impeachment”, afirmou.
O senador também defendeu a abertura de processos contra o
Segundo o senador, parte dos congressistas que hoje integram a base do governo Lula não se identifica com a esquerda, mas permanece em silêncio diante das tensões institucionais. Ele afirmou que a pressão da sociedade e das famílias desses parlamentares será decisiva para mudar esse cenário: “O cara que não votar pelo impeachment do Toffoli tem algum comprometimento com ele. Isso já passou do limite”, disse.
Ainda na entrevista, o senador citou a articulação da direita para a instalação da CPI do Banco Máster, que segundo ele pode atingir integrantes do Congresso, ministros do Supremo e setores do lobby político.
Para Magno Malta, a investigação representaria um ponto de virada no embate entre o Legislativo e o Judiciário: “Nós não estamos dormindo. Estamos acordados. Vamos instalar a CPI do Banco Máster. Aí é que a cobra vai piar”, afirmou.
Magno Malta também criticou a condução do Judiciário e disse que, na avaliação dele, decisões recentes teriam enfraquecido o ordenamento jurídico no país.
O parlamentar afirmou que a mobilização política da direita seguirá baseada no uso do regimento interno do Congresso e na Constituição, como forma de pressionar o Senado a agir.