Na última segunda-feira (9), em uma cerimônia margeada pela
Como mostrou a Itatiaia, a paternidade das obras do metrô foi tangencial e amistosamente debatida durante o evento realizado em Contagem, na Grande BH. Isso porque as verbas federais — R$ 2,8 bilhões dos R$ 3,2 bilhões totais para os trabalhos de ampliação da linha 1 do metrô e construção da linha 2 — foram liberadas ainda durante a gestão de Jair Bolsonaro (PL) no Palácio do Planalto. Na transição de governo, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) manteve a concessão do modal de BH e a transferência da verba. Todo o processo, em âmbito estadual, se deu com Romeu Zema (Novo) no poder.
No entanto, as articulações entre o Congresso Nacional e o Palácio do Planalto foram capitaneadas pelo senador Carlos Viana e o então presidente Bolsonaro. O parlamentar pleiteia para si a responsabilidade pela liberação da verba bilionária, mas diz não ter sequer sido convidado para o evento de inauguração da nova estação.
A cerimônia de segunda-feira foi a primeira de uma série de três eventos em um mês sobre novidades no metrô e
A reportagem solicitou informações ao Governo de Minas sobre a lista de convidados da cerimônia e aguarda resposta.