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No entanto, conforme apurado pela Itatiaia, essa decisão não deve ser tomada neste encontro. Fontes ouvidas pela reportagem apontam que o diretório estadual ainda aguarda definições da
Havia também expectativa em torno da discussão da candidatura da legenda ao Senado, com a prefeita de Contagem,
A presidente do PT-MG e
Ela acrescentou que, para o governo, o partido conta com outras possibilidades e que, embora ainda não haja definição, estão sendo realizadas pesquisas internas para a construção de “caminhos para uma candidatura própria”.
O senador
Em nota, Pacheco respondeu que tem uma “excelente relação” com Lula e que sempre dará espaço ao diálogo “para chegarmos a um bom termo sobre essa questão política”.
Embora seja cotado pelo presidente, o senador tem indicado que pode encerrar a vida política após o fim do mandato no Senado, em 2026.
Pacheco, presença constante em eventos de Lula em Minas, não compareceu à
Integrantes do PT em Minas defendem recuo de candidatura
Embora o encontro deste sábado (13) do diretório mineiro do Partido dos Trabalhadores (PT) tenha terminado sem grandes novidades em relação a 2026, internamente a legenda ainda se divide sobre a construção — ou não — de um nome para o governo de Minas Gerais na próxima eleição.
Sem o senador Rodrigo Pacheco (PSD) na disputa, a presidente da legenda no estado, a deputada Leninha, afirmou, em nota, que o PT “constrói caminhos para uma candidatura própria”.
Na última quinta-feira (11), durante agenda em Itabira, na região Central do estado, e em Belo Horizonte, na Região Metropolitana, o presidente Lula (PT) afirmou que ainda não desistiu de convencer Pacheco a disputar a vaga no Palácio Tiradentes. Em resposta, o senador disse apenas que mantém uma “excelente relação” com o chefe do Executivo e que sempre dará espaço ao “diálogo”, deixando a disputa em aberto.
Diante da iminente ausência de Pacheco e da falta de outro grande nome disposto a participar do pleito em 2026, alguns integrantes da legenda, conforme apurado pela Itatiaia, avaliam que o PT não deve insistir em uma candidatura própria ao governo estadual, concentrando esforços na ampliação da bancada no Senado.
Na legislatura atual, o partido conta com nove senadores em exercício no Congresso Nacional, nenhum deles eleito por Minas Gerais.
Presente na reunião deste sábado, a prefeita de Contagem, Marília Campos (PT), voltou a se colocar à disposição da sigla para disputar o Senado em 2026. Ela lidera as intenções de voto no estado, segundo pesquisa da Real Time Big Data divulgada na última quarta-feira (10).
A petista foi apontada como a candidata escolhida por 17% dos entrevistados, à frente de nomes como o do atual ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira (PSD), do senador Carlos Viana (Podemos) e do secretário de governo de Romeu Zema (Novo), Marcelo Aro (Progressistas).