O deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) afirmou, nesta quinta-feira (22), que o movimento liderado por Nikolas Ferreira (PL-MG) representa uma reação contra o que chamou de “perseguição política” e de atuação parcial do Judiciário brasileiro.
O parlamentar citou o ex-presidente Jair Bolsonaro, além de mencionar os filhos, Eduardo e Flávio Bolsonaro, como alvos de perseguição.
Gayer criticou o Supremo Tribunal Federal e integrantes do sistema financeiro, mencionando reportagens recentes envolvendo autoridades e empresários.
Para o deputado, o movimento não teria caráter individual, mas estaria ligado ao futuro político do país: “Não estamos lutando apenas pela nossa liberdade, mas pelo futuro dos nossos filhos e das nossas famílias”, afirmou.
O parlamentar também comentou medidas judiciais contra integrantes do grupo, como bloqueios ou prisões, e disse que isso não seria suficiente para interromper a mobilização, que classificou como contínua desde 2019.
Ao falar sobre a cobertura jornalística, Gayer criticou a ausência de mais veículos de comunicação ao longo da caminhada, o que sinaliza um ‘receio da imprensa’ em dar visibilidade ao movimento.
Segundo o deputado, a manifestação seria a maior já realizada no país de forma pacífica, considerando não apenas o número de participantes, mas a duração e a persistência do ato.
Gayer também comparou a caminhada a manifestações promovidas por movimentos sociais, alegando que, diferentemente desses grupos, os participantes estariam arcando com os próprios custos e abrindo mão de trabalhos para participar do ato.