Mais de 1 milhão de
O cadastro é gratuito e pode ser feito pela internet. Para registrar o pet, o tutor precisa acessar o site do SinPatinhas usando a conta gov.br, preencher os dados do animal e enviar uma foto. Após a conclusão do processo, é gerado um QR Code que pode ser impresso e colocado na coleira do bichinho.
A proposta do registro vai além da identificação dos animais. O banco de dados deve ajudar o poder público a entender melhor a realidade da população de cães e gatos no Brasil e, com isso, orientar a criação de políticas voltadas ao bem-estar animal.
Entre os objetivos do sistema também está facilitar a localização de pets desaparecidos. Com a identificação vinculada ao cadastro, a chance de reencontro entre tutor e animal pode aumentar.
De acordo com o Ministério do Meio Ambiente, a expectativa é ampliar a participação de clínicas e profissionais veterinários no sistema. A ideia é que esses estabelecimentos também registrem procedimentos realizados nos animais.
“Queremos ampliar a quantidade de estabelecimentos veterinários e médicos veterinários que estão registrados e atuam no SinPatinhas, para que todos possam registrar os procedimentos de castração, microchipagem e o lançamento das doenças”, afirmou Vanessa Negrini, diretora de direitos animais do Ministério do Meio Ambiente, em entrevista ao site de notícias G1.
Ainda segundo o Governo, com a expansão do cadastro serão obtidos dados mais completos sobre a saúde e a população de pets no país, o que pode ajudar no planejamento de ações públicas voltadas à proteção e ao cuidado com cães e gatos.