Comportamentos associados à ansiedade de separação, como inquietação, vocalização excessiva e dificuldade de relaxar na ausência do responsável, têm sido observados com mais frequência em pets que passaram longos períodos acompanhados por quem cuida deles, principalmente em contextos de mudança na dinâmica de permanência em casa.
Atenta a essa realidade, a Royal Canin mantém a
Implementada nos escritórios da empresa no Brasil desde 2012, a iniciativa visa promover o bem-estar dos colaboradores e reforçar a guarda responsável de pets, além de incentivar ambientes corporativos mais abertos à
Leticia de Castro Melhado, coordenadora de trade marketing da Royal Canin Brasil, está entre os associados (como a empresa denomina seus colaboradores) que levam seus pets ao escritório.
Ela costuma ir acompanhada de seu spitz alemão, Panetone, e afirma: “Não me sinto confortável em deixá-lo sozinho em casa. Trabalhar em uma empresa que permite que eu leve o meu pet me deixa mais tranquila para seguir com as minhas atividades diárias. Além disso, o Panetone é sempre muito bem recebido no escritório”.
Um levantamento conduzido pelo Hospital Veterinário Banfield, nos Estados Unidos, em 2020, mostrou que 91% dos colaboradores relataram diminuição do sentimento de culpa ao poder levar os animais ao trabalho, enquanto 93% perceberam
Para Juliana Gonçalves, diretora de Recursos Humanos da Royal Canin Brasil, a política reflete a forma como a companhia prioriza esse cuidado em ações do dia a dia. “Para nós, gatos e cães estão em primeiro lugar. Permitir que os associados tragam seus pets ao escritório contribui para um ambiente mais acolhedor,
Os escritórios estão aptos a receber gatos e cães ao longo da semana, sem a definição de dias específicos, desde que sejam respeitados critérios claros de convivência, organização e agendamento prévio, garantindo condições adequadas para todos. Os pets devem ser sociáveis, estar com a
A