A Casa Branca divulgou, nesta quinta-feira (15), que o Irã suspendeu 800 execuções que estavam previstas. A decisão de Teerã teria sido motivada pelas ameaças do presidente dos
“O presidente entende que as 800 execuções que estavam programadas e que deveriam ocorrer ontem [quarta-feira] foram suspensas”, declarou a secretária de imprensa, Karoline Leavitt.
Desde o início dos protestos no Irã, em dezembro do ano passado,
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Autoridades da Aráia Saudita, Catar e Omã, afirmaram que convenceram Trump a não atacar o Irã. Os
“Todas as opções seguem sobre a mesa para o presidente”, afirmou Leavitt, acrescentando que Trump havia advertido Teerã sobre “graves consequências” caso mais manifestantes fossem mortos.
Protestos no Irã
Manifestantes, opositores da República Islâmica do Irã, vão às ruas de várias cidades do país desde o dia 28 de dezembro de 2025. Inicialmente, os protestos foram motivados pelo aumento dos preços e colapso da moeda local.
As manifestações começaram a ganhar grandes proporções, registrando mais de três mil
Os protestos representam um desafio para a República Islâmica, que está no poder desde 1979. Aos gritos de “morte ao ditador”, milhares de iranianos pedem nas ruas de Teerã e de outras cidades o fim do sistema teocrático xiita, comandado pelo aiatolá Ali Khamenei.
Esse é o maior movimento de manifestação no Irã desde a morte de Mahsa Amini, presa por supostamente ter violado as normas de vestuário para mulheres, em 2022.
*Com informações da AFP