Número de mortos após ataque de Israel ao Hezbollah no Líbano sobe para 52

Os ataques foram nos subúrbios de Beirute e também em áreas sul e leste do país

Fumaça sobe do local de um ataque aéreo israelense que teve como alvo os escritórios do Al-Qard al-Hassan, uma instituição financeira ligada ao Hezbollah, na cidade de Baalbek, no Vale do Bekaa, Líbano, em 2 de março de 2026

Um novo balanço oficial divulgado nesta segunda-feira (2) apontou que os bombardeios israelenses em Beirute, no Líbano, deixaram 52 mortos e 154 feridos. Os ataques miravam o grupo islâmico Hezbollah.

O último balanço apontava 31 mortos e 149 feridos. Os ataques foram nos subúrbios de Beirute e também em áreas sul e leste do país. Mais de 28,5 mil pessoas precisaram fugir de suas casas devido aos bombardeios.

Os ataques foram represálias aos disparos feitos pelo Hezbollah, movimento islamista pró-Irã, durante os conflitos entre os Estados Unidos, Israel e o país.

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Os bombardeios foram simultâneos em Teerã e em Beirute, com centenas de aviões. O porta-voz militar israelense Effie Defrin disse que o Hezbollah pagaria caro por lançar “uma salva de mísseis e drones” contra Israel para vingar a morte do aiatolá Ali Khamenei.

As Forças de Defesa de Israel anunciaram que alguns membros do alto escalão do Hezbollah foram mortos durante os conflitos em Beirute.

*Com AFP

Formada pela PUC Minas, Maria Fernanda Ramos é repórter das editorias Minas Gerais, Brasil e Mundo na Itatiaia. Antes, passou pelo portal R7, da Record.

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