Trump homenageia militares em primeira fala pública após ataque contra Irã

Cerimônia relembra veteranos na guerra do Vietnã e Afeganistão; presidente dos Estados Unidos forças militares do país conduzem ‘grandes operações de combate’ contra o Irã

Presidente dos EUA, Donald Trump

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que as forças militares norte-americanas conduzem “grandes operações de combate” contra o Irã. A primeira fala em público após o ataque contra o país do Oriente Médio ocorreu nesta segunda-feira (2), durante uma cerimônia de homenagem a militares americanos na Casa Branca, em Washington.

No evento, o republicano citou brevemente os quatro soldados que morreram durante ataques de retaliação do Irã em bases militares norte-americanas, em países como os Emirados Árabes, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia e Iraque. As Forças Armadas dos Estados Unidos, confirmaram que outros 18 soldados feridos estão em estado grave.

Com a presença de autoridades civis, militares e parlamentares, Trump entregou medalhas de honra a veteranos de guerra do Vietnã e do Afeganistão.

Saiba mais sobre o conflito entre EUA e Irã:

Conflito deve durar cinco semanas

Além de defender a ofensiva norte-americana, o presidente dos Estados Unidos estipulou o prazo de duração do conflito contra o Irã. Ele afirmou que os ataques eram “a última e melhor chance de eliminar a ameaça do regime iraniano” e divulgou que o conflito entre os EUA e o Irã deve se estender entre “quatro ou cinco semanas”, mas sem descartar a possibilidade do prazo se estender.

Quatro objetivos foram traçados por Trump:

  • Destruir mísseis;
  • Desmontar a Marinha iraniana;
  • Interromper os planejamentos nucleares do país;
  • Impedir o financiamento do governo do Irã a grupos terroristas.

O republicano também destacou que não está disposto a voltar a dialogar com autoridades iranianas. Representantes dos países chegaram a conversar sobre a possibilidade de um acordo para por fim às divergências entre os EUA e o Irã. Porém, nesta segunda (2), o republicano afirmou que “não dá para lidar com essas pessoas”.

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Estudante de jornalismo pela PUC Minas, Júlia Melgaço trabalhou como repórter do caderno de Gerais no jornal Estado de Minas. Também já passou por veículos de rádio e televisão. Na Itatiaia, cobre Minas Gerais, Brasil e Mundo.

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