Em um desdobramento crítico que ameaça a
A medida drástica é uma resposta direta ao assassinato do líder supremo do país, o aiatolá Ali Khamenei, morto em decorrência de um ataque conjunto entre Israel e Estados Unidos.
A interdição atinge o coração da logística petrolífera mundial, uma vez que o Estreito de Ormuz, situado entre o Golfo Pérsico e o Golfo de Omã, é a rota por onde circula aproximadamente um quinto de todo o petróleo e gás consumidos no planeta.
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O bloqueio da região norte do canal, controlada pelo Irã, interrompe o fluxo de remessas essenciais vindas de nações como Iraque, Kuwait, Catar, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos, gerando o temor de uma escalada sem precedentes nos preços do barril de petróleo bruto.
Crise no Oriente Médio
O cenário de guerra aberta intensificou-se no último sábado (28), quando as forças norte-americanas e israelenses iniciaram uma ofensiva aérea contra o território iraniano, motivada por tensões envolvendo o programa nuclear do país.
Em represália, o governo persa lançou ataques contra países vizinhos que abrigam bases militares dos Estados Unidos, incluindo Bahrein, Jordânia e os Emirados Árabes Unidos. A confirmação da morte de Khamenei, anunciada no domingo, elevou a retórica de guerra, com o presidente Masoud Pezeshkian declarando que a vingança é um “direito e dever legítimo”, prometendo a maior ofensiva da história do Irã.
Do lado ocidental, o presidente Donald Trump manteve a postura de confronto, advertindo o regime dos aiatolás contra novas retaliações. O líder norte-americano afirmou que qualquer reação iraniana será respondida com uma força “nunca antes vista” e reiterou que os bombardeios continuarão de forma ininterrupta pelo tempo que for necessário.
Segundo Trump, o objetivo das operações militares é alcançar a paz no Oriente Médio e no mundo, enquanto as agressões mútuas persistem e colocam a comunidade internacional em estado de alerta máximo.
Com informações de CNN Brasil